Heloisa veste:
Blusa A.L.C., saia e cinto Paula Raia, bolsa Bottega Veneta
A mais que bonita Toni Garrn de Bottega Veneta para a capa da Vogue Alemanha de agosto.
Bom final de semana!

O vestido – bordado com sequins – na passarela e no red carpet usado por Salma Hayek:

Imagens: Reprodução
Já falamos sobre a Semana de Moda Masculina de Milão neste post. Os desfiles, que foram encerrados ontem, mostraram várias tendências de roupas, acessórios e cabelos para homens. Uma novidade das coleções de marcas como Gucci, Roberto Cavalli e Bottega Veneta foram as bolsas para homens.
Acima, fotos das coleções de Bottega Veneta e Gucci, com dois modelos de bolsas bastante versáteis: um de mão e outro “carteiro”, ambas em tamanho grande e estilo atual.
Basta saber se a moda sairá ou não das passarelas, num item ainda bem questionado dentro da moda, porém de grande utilidade.
Teve início no último dia 19 de junho a Semana de Moda Masculina de Milão, um dos principais eventos do circuito internacional de moda, que traz a coleção outono/inverno 2011 de grifes e estilistas como Versace, Prada, Giorgio Armani e Vivienne Westwood, que apresentou seu desfile no dia 20, domingo:
Como sempre, a estilista causa opiniões diversas com suas peças originais e criativas, que chamaram muito a atenção tanto do público quanto da crítica.
Com uma coleção onde predominaram o jeans e o xadrez, Vivienne ousou mais nos detalhes, acessórios e até mesmo no andamento do desfile, uma vez que um modelo entrou na passarela usando um skate, fazendo jus a coleção em si, que traz uma moda jovem, moderna e bastante urbana.
Confira o line up completo do evento:
Sábado, 19 de junho
11h – Corneliani
12h – Costume National Homme
14h – Calvin Klein Collection
15h – Burberry Prorsum
16h – Frankie Morello
17h – Versace
18h – John Varvatos
19h – Byblos
Domingo, 20 de junho
9h30 – Bottega Veneta
10h30 – Emporio Armani
11h30 – Gianfranco Ferre
12h30 – Salvatore Ferragamo
14h – Vivienne Westwood
15h – Albino Deuxieme
16h – Giuliano Fujiwara
18h – Moncler Gamme Bleu
19h – Prada
20h – Roberto Cavalli
Segunda-feira, 21 de junho
10h – Ermenegildo Zegna e Z Zegna
11h30 – Enrico Coveri
12h30 – Gucci
13h30 – John Richmond
14h30 – Etro
16h30 – Canali
17h30 – Neil Barrett
18h30 – Pringle of Scotland
19h30 – Gazzarrini
Terça-feira, 22 de junho
10h – Iceberg
11h – Giorgio Armani
12h – Giorgio Armani
13h – Dsquared2
14h – Ermanno Scervino
(imagem: Reprodução)
A Bottega Veneta escolheu a cidade de Nova York para o lançamento da sua coleção Resort 2011, depois de Dior em Xangai e Chanel em Saint Tropez foi a vez de a marca mostrar o forte da grife, que são os acessórios. Na coleção minimalista e na cartela de cores estavam presentes o preto, o verde oliva e o vermelho. Nos pés, sapatos de formato masculino em preto e branco, rasteirinha com uma tira fina central, sandálias gladiadora e botas de camurça.
As apostas de material foram: camurça, lona e couro, em maxi – bolsa, sacolas e clutches.
A história da BOTTEGA VENETA, que em italiano significa “loja veneziana”, mas nasceu em Vicenza, cidade ao norte da Itália reconhecida por abrigar até hoje hábeis ourives, começou em 1966 quando o casal Vittorio e Laura Moltedo inaugurou um pequeno, porém dinâmico negócio que manufaturava produtos e artigos em couro luxuosos. Desde seu nascimento, a marca italiana ficou conhecida por tratar o couro usado em sapatos, bolsas e acessórios com o mesmo cuidado com que um artesão manipula filetes de ouro. Seu maior patrimônio era – e continua sendo – o “Intrecciato”, o couro trançado, quase como uma cesta. Para a BOTTEGA VENETA, o desfile dos logotipos de maneira óbvia era considerado um tipo de traição ao princípio do produto feito à mão, que é único e pessoal. As iniciais BV só apareciam discretamente dentro das bolsas.
(imagem:reprodução / fonte: colheradacultural.com.br por Luciana Borges)
A grife de luxo Bottega Veneta faz parte do Gucci Group desde 2001 e em toda a sua existência sempre atendeu um pequeno, porém seleto grupo de mulheres, que com toda paciência esperavam meses pelo lançamento de suas coleções de bolsas. Estas que custavam no mínimo US$ 1.500 cada, mas depois da crise mundial a marca precisou se reposicionar e hoje em dia é uma opção mais barata do que uma bolsa Louis Vuitton, porém, com a mesmíssima qualidade e o mesmo público fiel.
De acordo com o “The Wall Street Journal” a marca hoje está em segundo na lista das mais rentáveis do Gucci Group superando até a Yves Saint Laurent.